Juve Leo Penafiel

Juve Leo Penafiel... surgiu na época de 2002/2003 em grande, na época seguinte adormeceu... mas 2004/2005 será a grande época e o grande regresso do nosso núcleo, com muitos ou poucos sócios, muitos ou poucos destes a ir a bola... estes poucos serão fortes e farão tudo pelo nosso Sporting!

quinta-feira, setembro 23, 2004

Taça UEFA...


Primeiro encontro de Taça UEFA em Alvalade, primeira vitória do nosso Sporting... Juve Leo Penafiel esteve presente, juntamente com o núcleo de Lousada. Marcamos presença, e mostramos mais uma vez que somos fortes; ao contrário da nossa equipa, que na verdade esteve fraca, mas a verdadeira meta era a vitória e foi isso que alcançaram, e fizeram com que todos aqueles heróis aústriacos fossem para a terrinha deles com alguns ematomas, mas vendo pelo site oficial deles, não foi conveniente mostrar isso mesmo, pois o filme que estavam a fazer a quando da provocação à Juventude Leonina nunca passou de um filme caseiro, pois não se encontra disponivel no site... fica uma pergunta no ar: qual será o motivo?! vergonha?! Talvez, pois apesar da PSP ter gosto em distribuir nos portugueses, mais propriamente na Juve Leo, o nosso gosto foi maior em ter corrido com eles... we see you in tha next battle... we will eat you alive!!!

domingo, agosto 29, 2004

E assim começou o movimento Ultra português...

Apesar de o movimento ultra português ter surgido há diversos anos, só no final dos anos 70 se reuniram as condições necessárias para a formação de claques no nosso país. Assim sendo, é em 1976 que nasce a Juventude Leonina.

Surgiu com os descendentes do antigo presidente sportinguista João Rocha, sendo pelas mãos de João e Gonçalo Rocha que se tornou marco tão distinto do clube verde e branco, fundado já em 1906. Deste modo, a primeira claque organizada portuguesa surgiu de um grupo de amigos de escola e, apesar de não serem unânimes as opiniões em relação à data da criação, existem fotos e outros artigos que a poderão comprovar.
Com o crescimento da Juve Leo, cresce também a sua distinção, através de bandeiras gigantes, potes de fumo e tochas que marcavam a imagem constante em todos os jogos, nomeadamente no derby contra os lampiões (aquando da sua derrota por 7-1). No entanto, a Juve Leo distingue-se pelo seu incondicional apoio à equipa, nos bons e nos maus momentos, já que de forma alguma abandona o seu clube.

Com a proibição do uso de material pirotécnico, a sua política a nível coreográfico vê-se obrigada a sofrer alterações. Alvalade presencia então, verdadeiros espectáculos como os jogos com Casino Salzburg (93/4); Real Madrid (94/5 e 2000/1); Beitar (97/8); e claro todos os jogos contra os lampiões e tripeiros. Aliás, é das coreografias dos derbys que reza a história da claque…

A claque marca também as transfertas, como o caso das majestosas a Roterdão (Feynoord); Bilbau; Bolonha (duas vezes); Madrid (duas vezes, a primeira em 94/5, talvez a maior deslocação de um grupo português ao estrangeiro); Sevilha; San Sebastian, Telaviv – Israel (jogo com o Macabbi Haifa, sendo a primeira claque em todo o mundo a estar presente oficialmente em Israel); Moscovo, Áustria (viagem de 8 dias de autocarro), Leverkusen (o célebre roubo dos equipamentos de treino dos jogadores do Bayern); Nápoles (cidade onde muito poucas claques iam, mas na qual todos os ultras foram bem recebidos, devido ao respeito pela claque) e, claro, todas as efectuadas no nosso país, principalmente à casa de tripeiros e lampiões. É com a Juve Leo que nasce a moda dos cortejos, sobretudo para jogos em casa. É por isto, e muito mais, que a claque leonina é vencedora de quatro troféus Gandula.

Ao longo de toda a historia, a Juventude Leonina contou apenas com três amizades oficiais, mas apenas a com o grupo Grobari, do Partizan Belgrado se mantém até aos dias de hoje, sendo reforçada aquando dos jogos entre as duas equipas. As outras duas, por diversas divergências, chegaram ao fim. A mais antiga amizade, com o grupo B-Side, dos Go Ahead Eagles – Holanda - deve-se à presença naquele grupo de um elemento da Juve Leo. Por outro lado, a mais recente e mais famosa, com os Settebello da Fiorentina, caracterizada por viagens constantes entre os elementos das duas claques, com o intuito de verem os jogos envolvidos na atmosfera de cada claque. Porém, tudo isso pertence ao passado. No entanto, continuam a existir contactos a nível pessoal de alguns ultras da Juve Leo, tendo já existido boas relações com os Super Dragões e actualmente com a Mancha Negra.

Fernando Mendes é, hoje em dia, o líder carismático da claque, que se mantém no activo à mais de 10 anos, contando com 18 de Juve Leo. O presidente tem a trabalhar consigo uma direcção e uma organização, onde se englobam todos os chefes de núcleo, bem como outros membros, num total de 40.
Para que nunca se distancie do evoluir dos tempos, o grupo prepara a nova etapa da legalização, essencial para o futuro.
Já foi constituída por 8 mil, tendo centenas de núcleos, apesar de actualmente os oficializados rondarem os 60 núcleos oficiais.

Ao longo de três décadas de existência, a claque viveu três momentos críticos, tendo dois deles quase banalizado o nome da claque, coisa que não aconteceu. O primeiro, a 31 de Outubro de 1992, quando a sede do grupo foi incendiada. No entanto, a dedicação e a força de vontade de todos mostrou-se mais forte que a árdua tarefa de renascer das cinzas. O segundo momento, em Setembro de 2000, é o célebre episódio de Faro, no qual a Juve Leo voltou a resistir a tudo e a todos, culminando esta fase com o Sporting a sagra-se campeão. Outro dos momentos mais tristes da claque verde e branca remonta à data da morte de dois dos seus ultras, em Maio de 1995, na “queda do varandim”, sendo uma época de grande dor para todos.

Devido à nossa grandeza muitos são aqueles que, das mais variadas maneiras tentam combater e destruir a Juve Leo, mas... a história fala por si!


Dos fracos não reza a história!
Primeiros a nascer, últimos a morrer!
Um dia Juve Leo, Juve Leo até morrer!
A lenda continua.

SPORTING SEMPRE

Fundação do grande Sporting...

«Queremos que este Clube seja um grande Clube, tão grande como os maiores da Europa». O voto foi formulado em 1906 pelo Visconde de Alvalade, então presidente da Direcção de uma entidade desportiva que acabava de nascer e se iria chamar Sporting Clube de Portugal. Ao voto, o Visconde de Alvalade juntou a cor verde da esperança. A história tem vindo a dar-lhe razão e, quase cem anos depois, o Sporting, consolidado por um passado ímpar, lança-se em novos e grandes desafios.A 26 de Agosto de 1902, o Sport Club de Belas disputou o seu primeiro e único desafio de futebol, contra um grupo de Sintra, e venceu por 3-0. O desafio realizou-se em Seteais, onde «tinham sido instalados palanques e tribunas», conta Júlio de Araújo, depois presidente da Direcção. O Rei e a família assistiram ao que foi um acontecimento promovido por jovens aristocratas atraídos pelas emoções de um desporto, o Foot-Ball, já enraizado e popularizado em Inglaterra. O «Diário de Notícias» relatou que «num círculo compacto assistiam mais de quatro mil pessoas, cheias de animação e de interesse». O Sport Club de Belas não era ainda o Sporting, mas os seus jovens animadores, Francisco Ponte e Horta Gavazzo e o irmão, José Maria da Ponte e Horta Gavazzo, acabavam de lançar uma dinâmica que se revelou irreversível. Belas era local de veraneio de numerosos jovens que residiam efectivamente em Lisboa, alguns deles na zona do Campo Grande. Em reunião realizada quase dois anos depois, na Pastelaria Bijou, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, alguns deles decidiram retomar a experiência de Belas e fundar o Campo Grande Football Club. Estava-se em 1904, e o novo clube ficou com sede instalada num quarto do segundo andar do Solar dos Pinto da Cunha, edifício que ainda existe e faz a esquina entre a Alameda das Linhas de Torres e o Campo Grande propriamente dito. Além dos irmãos Gavazzo, participaram nessa reunião fundadora o jovem José Holtreman Roquette (José Alvalade), José Stromp e outros entusiastas da prática desportiva. A imprensa anunciou, na ocasião, que o clube era «constituído por elementos de boas famílias». O Visconde de Alvalade, avô de José Alvalade, foi designado presidente, a título honorífico. Futebol, esgrima, ténis, corridas, saltos, festas sociais e piqueniques foram as principais actividades dinamizadas pelo novo clube durante os primeiros dois anos de existência. Em 1906 os ambientes turvaram-se e gerou-se uma divisão entre os membros que defendiam uma instituição vocacionada para festas e actividades de convívio social e outros que insistiam na dedicação à vertente desportiva.

sábado, agosto 28, 2004

Já rola...

Ainda a temporada agora começou e o nosso núcleo já tem algo para contar. Apesar de ainda ser baixo o número de sócios, o empenho destes não é pouco. Desde bem cedo, mesmo antes da pré-temporada, se começou a trabalhar para que o núcleo cresça e faça crescer também o apoio ao Sporting. Em prova disto, já lá vao 3 jogos desta época (2 de preparação, e o da 1ªjornada para o campeonato) em que o nosso núcleo esteve presente e como não podia deixar de ser, em Penafiel, com a presença de vários ultras de núcleos próximos e também de Lisboa; no Boavista-Sporting, e frente aos "Galos" a contar para a Superliga... Com uma exibição de luxo, vencemos por 3-2 com 2 golos de Liedson e um grande trabalho de toda a equipa. Esperamos agora que o nosso Sporting continue a jogar tão bem como hoje, para que já na proxima jornada frente ao Vitória de Setúbal mostre mais uma vez a raça do leão!!

Saudações Leoninas...
SPORTING SEMPRE